Tratamento
Peeling químico em BH
O peeling químico aplica ácidos na pele para renovar as camadas superficiais de forma controlada, tratando mancha, textura irregular e marca de acne. Existem três níveis de profundidade, com recuperação que vai de nenhum tempo parado até cerca de duas semanas, conforme o ácido escolhido.
Resumo do procedimento
| Duração da sessão | 20 a 40 minutos |
|---|---|
| Níveis | Superficial, médio e profundo |
| Recuperação superficial | Sem tempo parado, leve descamação |
| Recuperação média | 5 a 7 dias de descamação visível |
| Número de sessões | 3 a 6 no protocolo superficial |
| Melhor época | Meses de menor exposição solar |
Os três níveis, e por que a escolha importa
Peeling não é um procedimento só. A profundidade define o resultado, o tempo de recuperação e o risco, e ela é escolhida a partir do seu tipo de pele e da sua queixa.
- Superficial: atua na camada mais externa. Melhora viço e textura leve, quase sem tempo parado, e costuma ser feito em série
- Médio: alcança a derme superficial. Trata mancha e marca de acne com mais força, e tem descamação visível por cerca de uma semana
- Profundo: reservado a casos específicos, feito por médico, com recuperação longa e risco maior
Descamar faz parte, e não é uma falha
A renovação da pele acontece justamente na descamação. Nos peelings de média profundidade, a pele fica escurecida e áspera antes de descamar, e isso assusta quem não foi avisado.
O erro mais comum e mais caro é puxar a pele que está soltando. Isso arranca camada que ainda não estava pronta e é o principal motivo de mancha depois do procedimento. A pele tem que sair sozinha.
Pele negra e parda pedem cuidado extra
Peles com mais melanina têm maior tendência a hiperpigmentação pós-inflamatória, que é a mancha escura que aparece depois de um processo inflamatório na pele.
Isso não impede o peeling, mas muda a escolha do ácido, a concentração e o preparo prévio da pele. Profissional que aplica o mesmo protocolo em todo mundo, sem considerar fototipo, está assumindo um risco que não é dele.
O sol depois do peeling não é detalhe
A pele recém-renovada está sem a proteção que tinha antes. Exposição solar nesse período é o caminho mais rápido para trocar uma mancha por outra, maior.
Protetor solar reaplicado, chapéu e evitar horário de pico não são recomendação genérica aqui: são parte do tratamento, e o resultado depende disso tanto quanto do ácido aplicado.
Quando é indicado
- Manchas superficiais e melasma, com protocolo adequado
- Marca de acne e textura irregular
- Pele opaca, sem viço
- Oleosidade e poros dilatados, no protocolo certo
- Linhas finas iniciais
Quem não deve fazer
- Gravidez e amamentação, para a maioria dos ácidos
- Herpes em crise
- Ferida, dermatite ou queimadura de sol na área
- Uso recente de isotretinoína
- Exposição solar intensa prevista para os dias seguintes
- Histórico de queloide, para os peelings mais profundos
Esta lista não substitui a avaliação. Só o profissional que examina você pode dizer se o procedimento é seguro no seu caso.