Tratamento
iPRF em BH: plasma rico em fibrina injetável
O iPRF é um procedimento em que se coleta uma pequena quantidade do seu próprio sangue, centrifuga-se sem aditivos químicos e aplica-se a fração rica em fibrina e fatores de crescimento na pele. Por usar material do próprio paciente, não há risco de rejeição. É usado para qualidade de pele, olheira e estímulo de colágeno.
Resumo do procedimento
| Origem do material | Sangue do próprio paciente |
|---|---|
| Duração da sessão | 60 a 90 minutos, com a coleta |
| Número de sessões | 3 a 4, em média |
| Intervalo entre sessões | 30 a 45 dias |
| Risco de rejeição | Não há, por ser material autólogo |
| Resultado visível | Gradual, a partir de 30 dias |
Como funciona, sem mistério
A sequência é simples e é feita no mesmo atendimento: coleta-se sangue como em um exame comum, o tubo vai para a centrífuga, e a separação por rotação isola a fração rica em plaquetas e fibrina.
O que diferencia o iPRF do PRP tradicional é a ausência de anticoagulante e a centrifugação mais lenta. O resultado é uma malha de fibrina que libera fatores de crescimento de forma gradual, ao longo de dias, em vez de tudo de uma vez.
Não é preenchimento
Confusão frequente, e vale esclarecer. O iPRF não repõe volume nem estrutura: ele estimula o seu próprio tecido a se regenerar. O resultado é de qualidade de pele, e não de contorno.
Quem chega esperando o efeito de um preenchedor vai se frustrar. Quem chega buscando pele mais firme, mais viçosa e com textura melhor, encontra o que o procedimento entrega.
O que ele trata
- Qualidade e viço da pele do rosto
- Olheira, especialmente a de componente de qualidade de pele
- Textura irregular e linhas finas
- Pescoço e colo, áreas de pele fina
- Apoio em protocolos de queda capilar
- Recuperação da pele após outros procedimentos, conforme indicação
A vantagem real: é seu
Por ser feito com material do próprio corpo, o iPRF não tem risco de rejeição nem de reação alérgica ao produto. Isso o torna uma opção interessante para quem tem receio de material sintético ou histórico de reação a preenchedores.
Ainda assim, continua sendo um procedimento com agulha, feito por profissional habilitado, com técnica asséptica. Ser autólogo elimina um risco específico, não todos.
Quando é indicado
- Pele opaca, sem viço, com textura irregular
- Olheira, avaliada caso a caso
- Linhas finas iniciais
- Pescoço e colo
- Quem prefere evitar material sintético
- Apoio em protocolos capilares
Quem não deve fazer
- Distúrbio de coagulação ou plaquetopenia
- Uso de anticoagulante, sem avaliação médica
- Infecção ativa, local ou sistêmica
- Doença hematológica ou oncológica em atividade
- Gravidez e amamentação, pela ausência de estudos
Esta lista não substitui a avaliação. Só o profissional que examina você pode dizer se o procedimento é seguro no seu caso.